LEMBRANÇAS DE ANINHA
Uma droga a saudade nesses dias frios
A vontade de aconchego quando o saudoso se foi
Vontade de casos na beira do fogão à lenha
Saudade de cantar modinhas com um saudoso tio ao violão
De comer doce de leite das vacas da fazenda feito na horinha
De levar “freio” (Maneira como chamavamos os xingamentos)
Do carinho da Vó
E do “maiô cabô” (um bordão usado por mamãe, diante de um acontecimento)
Saudades de como eram os que ainda estão vivos, mas mudaram com a morte de outros
Saudades de mim
Saudades das tias namoradeiras e seus desacertos
Do riso nervoso
Do riso descontraído de quando ouvia “ô fia, óia minha mão que gelada”
O riso virou choro
Perda
As reuniões alegres ficaram tristes
Porque agora é só lembrar, acabou
Vivemos de saudade em saudade
Uma droga a saudade nesses dias frios
Poema da Vó, do Tio Dair e de todos que se foram e nos matam um pouquinho a cada dia de tanta saudade. Saudade da gente mesmo. E de tudo.
A vontade de aconchego quando o saudoso se foi
Vontade de casos na beira do fogão à lenha
Saudade de cantar modinhas com um saudoso tio ao violão
De comer doce de leite das vacas da fazenda feito na horinha
De levar “freio” (Maneira como chamavamos os xingamentos)
Do carinho da Vó
E do “maiô cabô” (um bordão usado por mamãe, diante de um acontecimento)
Saudades de como eram os que ainda estão vivos, mas mudaram com a morte de outros
Saudades de mim
Saudades das tias namoradeiras e seus desacertos
Do riso nervoso
Do riso descontraído de quando ouvia “ô fia, óia minha mão que gelada”
O riso virou choro
Perda
As reuniões alegres ficaram tristes
Porque agora é só lembrar, acabou
Vivemos de saudade em saudade
Uma droga a saudade nesses dias frios
Poema da Vó, do Tio Dair e de todos que se foram e nos matam um pouquinho a cada dia de tanta saudade. Saudade da gente mesmo. E de tudo.
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